Rio de Janeiro: das praias aos prédios históricos, uma cidade para ser curtida

Município completa 455 anos de fundação neste domingo, com vestígios do passado sem deixar o presente (e o futuro) de lado

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Neste domingo, dia 1º de março, a Cidade Maravilhosa está completando 455 anos de fundação. Sol, calor, praia, diversão e aniversário. Quer mais razões para estar no Rio de Janeiro? O Rio é uma cidade de grandes contrastes, onde construções históricas, igrejas e monumentos estão em harmonia com a arquitetura ultramoderna. A cidade mantém muitos vestígios do passado; edifícios dos séculos 16 e 19 refletem a história da localidade e crescimento dela.

Quem visita a ex-capital do Brasil não se esquece jamais. Há mais de 500 anos, os europeus descobriram a Baía de Guanabara. Eles não eram turistas, mas sim exploradores que acreditavam ter descoberto a entrada de um grande rio. Era dia 1º de janeiro de 1502 e por isso batizaram o lugar com o nome de Rio de Janeiro.

No dia 1º de março de 1565, Estácio de Sá, sobrinho do então governador Mem de Sá, comandando uma expedição, com o auxílio das Capitanias de São Vicente e Espírito Santo, chegou ao local que fica entre o atual Pão de Açúcar e o Morro Cara de Cão, hoje denominado Morro de São João. E ali lançou as bases de uma povoação, a que deu o nome de São Sebastião, em homenagem ao Rei de Portugal, Dom Sebastião.

A cidade permaneceu no local escolhido pelo fundador até 1563, quando Mem de Sá, que ali ficara após a morte do sobrinho, resolveu transferi-la para o Morro de São Januário ou do Castelo – morro que foi arrasado no processo de urbanização da cidade.

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Passaram-se cinco séculos e o Rio, assim como a estátua do Cristo Redentor no alto do Corcovado, permanece de braços abertos para dar as boas-vindas aos visitantes do mundo inteiro. A cidade floresceu com a chegada da corte portuguesa em 1808 e alcançou o apogeu com a Proclamação da Independência em 1822.

Inúmeros investimentos foram feitos na restauração do patrimônio histórico. O maior exemplo disso é o “corredor cultural” que fica bem no centro. O corredor engloba vários edifícios históricos, como o Paço Imperial, construído em 1743, assim como uma série de centros culturais e museus, com destaque para o Centro Cultural Banco do Brasil, instalado numa construção datada de 1880.

Os tesouros históricos do Brasil e do Rio de Janeiro estão distribuídos em museus e galerias que também expõem as obras dos maiores artistas contemporâneos. Vale lembrar o triste episódio do incêndio que acometeu o Museu Nacional do Rio de Janeiro em 2018, que agora passa por vagarosa restauração.

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Como todas as grandes e modernas cidades, o Rio de Janeiro nunca dorme. Rica em entretenimento e alegria, a noite carioca oferece o equilíbrio perfeito para um dia de descanso na praia ou para um dia duro de trabalho. O acesso é fácil. O Aeroporto Internacional Tom Jobim opera diariamente com as maiores linhas aéreas brasileiras, com rotas nacionais e internacionais. A cidade ainda está na rota dos principais cruzeiros marítimos e tem rodovias que a ligam aos principais pontos do País.

A beleza vem das montanhas, florestas, praias e lagoas que se fundem num magnífico cenário, como o imponente Pão de Açúcar, que guarda a entrada da Baía de Guanabara, e os 90 quilômetros de praias que dividem a terra e o mar. Tem ainda o Jardim Botânico, considerado um dos mais completos do mundo, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o zoológico, com seus jardins e todos os animais que compõem o ecossistema local.

Os 90 quilômetros de praia ditam o estilo de vida da cidade. Algumas delas, como Ipanema e Copacabana, estão entre as mais famosas do mundo. As praias também são os lugares ideais para a realização de eventos esportivos. Além disso, shows de música e concertos gratuitos acontecem o ano inteiro, culminando com a comemoração do Ano-Novo.

Ir a um restaurante no Rio de Janeiro é considerado um excelente programa. As opções variam desde os mais sofisticados, franceses ou italianos, até um simpático barzinho especializado em aperitivos que acompanham um chope gelado, sentado na calçada.

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Fonte: GB Edições


NAIARA SILVEIRA

naiara@gaz.com.br