Como limpar o celular para ficar longe de contaminação: veja dicas

Se você sai de casa com frequência, é recomendado fazer a limpeza do aparelho pelo menos uma vez por dia

Foto: Pixabay


Hoje em dia, são poucas as pessoas que não vivem conectadas - ainda mais no período de quarentena, né? E o aparelho de celular, que está constantemente na mão das pessoas, é uma potencial fonte de contaminação por bactérias e vírus. Então, é preciso manter a higiene do aparelho também, porque não adianta lavar as mãos e depois pegar no celular contaminado novamente.

O alerta da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS (SBD-RS) é para que se mantenha o cuidado de forma rotineira, higienizando o aparelho todos os dias e sempre que chegar da rua. Segundo o dermatologista da SBD-RS, Maurício de Quadros, outra dica é evitar que várias pessoas usem um único celular, pois isso pode aumentar o risco de contaminação.

“Para uma adequada higienização do celular, você precisa de álcool 70% ou álcool isopropílico e pode usar com o auxílio de um pano de flanela ou microfibra. Como quase todo mundo usa capa para proteção contra quedas e danos ao aparelho, é importante higienizar a capa também, com água, sabão e depois o álcool”, explicou o profissional.

Outra dica importante é desligar o aparelho antes de começar a higienização e, depois de limpar, deixar alguns minutinhos desligado antes de voltar a usar. E, claro, não esqueça de lavar bem as mãos depois de manusear o celular e/ou capinha, para manter os vírus e bactérias longe de você. 

Fique atento: 

Alguns especialistas dão preferência para o uso apenas do álcool isopropílico e não recomendam o uso de álcool em gel nem do álcool etílico. Isso acontece porque esses dois últimos têm bastante água na composição - diferente do isopropílico, no qual a porcentagem de água é menor do que 1%. Assim, o risco de que a limpeza acabe estragando o aparelho é bem pequena! O isopropílico também é o mais recomendado para limpeza de outros materiais eletrônicos, como peças de computadores, porque a chance de oxidação das peças é quase nula. 

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NAIARA SILVEIRA

naiara@gaz.com.br