Mais de 90% das mulheres sofrem de dores menstruais severas

Levantamento comprova que o período menstrual deve ser tratado com respeito e que as dores, muitas vezes insuportáveis, causam problemas sociais

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O assunto que há tempos se repete no mês das mulheres, ganha peso e conscientização a cada ano que passa. Do que valem flores sem respeito? Em pesquisa realizada, as dores menstruais se tornam estatísticas e o resultado é algo alarmante que precisa ser discutido. Principalmente nos casos de mulheres que se esforçam para ter uma rotina igualitária, se fortalecendo, porém, mascarando suas dores e lidando com deboches sociais.

Segundo a pesquisa, realizada pela empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher, Sophia Mind, encomendada por Buscofem, medicamento indicado para o alívio das cólicas e de outras dores menstruais*, em fevereiro deste ano, 92% das entrevistadas afirmam sentir dores das cólicas menstruais, sendo que 79% delas já escutaram que suas reclamações se tratavam de exagero.

A ideia de buscar essas informações, nasceu da campanha #MinhaDorImporta, uma iniciativa da marca, criada e desenvolvida pela agência de comunicação digital Cappuccino que, desde o ano passado, realiza o movimento no mês de março, mostrando o quanto as dores enfrentadas pelas mulheres importam e merecem compreensão e respeito. Este ano a campanha contou com um vídeo-clipe-manifesto composto e interpretado pela Larissa Nunes, a Larinu.

O levantamento mostra que 91% das mulheres declaram achar que as dores menstruais são menos levadas a sério do que outras dores recorrentes. O fato é que a cólica menstrual existe, dói como qualquer outro incômodo, prejudica o humor, a rotina e os relacionamentos. 91% das entrevistadas já deixou de se divertir por razão de dores causadas pela menstruação. 73% já faltou ao trabalho, aula ou compromisso profissional por causa da cólica.

É um tema que deve ser discutido e tratado com importância. “A consequência da falta de seriedade que a dor menstrual é tratada, reflete nos recorrentes comentários desrespeitosos que as pessoas que sofrem com isso escutam constantemente”, ressalta Fernando Martins, diretor de unidade de negócio de Buscofem no Brasil.

Com o intuito de estimular uma maior compreensão sobre a saúde das mulheres, todas as informações recolhidas com a pesquisa, serão compartilhadas no site e redes sociais da marca. Pelo mesmo motivo, além das campanhas de conscientização, Buscofem busca, constantemente, ser referência em dores menstruais, não apenas oferecendo um medicamento que alivia as cólicas, mas proporcionando conhecimento que ajuda o universo feminino a passar por seus períodos menstruais. A marca possui centenas de conteúdos informativos e até mesmo um aplicativo para ser mais um apoio a convivência com o que existe de mais real, a menstruação sem tabu.

* Não use este medicamento em caso de úlcera, gastrite, doença dos rins ou se você já teve reação alérgica a anti-inflamatórios. Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

Fonte: Cappuccino Digital | Boehringer Ingelheim


NAIARA SILVEIRA

naiara@gaz.com.br